Sobre o livro
Num planeta iluminado por três estrelas, a vida é regulada pelo Complexo - uma estrutura subterrânea onde cada pessoa tem uma função, um número e um destino definido.
Shankar passou vinte e dois anos a servir esse sistema. Como Diretor do Sector 7, classificou corpos, assinou transferências e encerrou relatórios sem nunca perguntar quem existia por detrás dos códigos. Aprendeu a obedecer, a não tocar e, sobretudo, a não olhar.
Até ao dia em que Vixni, um técnico do Sector 4, colapsa diante de um terminal que começa a revelar mensagens impossíveis.
Entre os registos apagados surge uma frase:
NÃO RECUPERADO NÃO É O MESMO QUE PERDIDO.
Pouco depois, Shankar é conduzido por Oreb, um Cristaleiro vindo da superfície, até ao Nível 3: um lugar que oficialmente não devia conter pessoas. Ali, entre câmaras, corpos mutilados e memórias roubadas, encontra Rekh, o irmão de Oreb, ainda vivo depois de anos de desmontagem e abandono.
Para o salvar, Shankar terá de regressar ao mundo que ajudou a construir. Mas cada porta que abrir o obrigará a confrontar aquilo que preferiu não ver.
Num universo onde os corpos ainda guardam os vestígios de antigas asas, a memória torna-se a última forma de resistência.
Porque um regime pode destruir um corpo. Pode apagar um nome. Pode transformar uma pessoa numa função. Mas, enquanto alguém continuar a lembrar-se, a história ainda não terminou.
Um romance de Ana Godinho, com uma identidade muito própria: intenso, doloroso e profundamente humano.
Shankar passou vinte e dois anos a servir esse sistema. Como Diretor do Sector 7, classificou corpos, assinou transferências e encerrou relatórios sem nunca perguntar quem existia por detrás dos códigos. Aprendeu a obedecer, a não tocar e, sobretudo, a não olhar.
Até ao dia em que Vixni, um técnico do Sector 4, colapsa diante de um terminal que começa a revelar mensagens impossíveis.
Entre os registos apagados surge uma frase:
NÃO RECUPERADO NÃO É O MESMO QUE PERDIDO.
Pouco depois, Shankar é conduzido por Oreb, um Cristaleiro vindo da superfície, até ao Nível 3: um lugar que oficialmente não devia conter pessoas. Ali, entre câmaras, corpos mutilados e memórias roubadas, encontra Rekh, o irmão de Oreb, ainda vivo depois de anos de desmontagem e abandono.
Para o salvar, Shankar terá de regressar ao mundo que ajudou a construir. Mas cada porta que abrir o obrigará a confrontar aquilo que preferiu não ver.
Num universo onde os corpos ainda guardam os vestígios de antigas asas, a memória torna-se a última forma de resistência.
Porque um regime pode destruir um corpo. Pode apagar um nome. Pode transformar uma pessoa numa função. Mas, enquanto alguém continuar a lembrar-se, a história ainda não terminou.
Um romance de Ana Godinho, com uma identidade muito própria: intenso, doloroso e profundamente humano.
Características e detalhes
- Categoria principal: Ficção científica e literatura fantástica
- Categorias adicionais Literatura e ficção, Portugal
-
Opção de projeto: 15×23 cm
Nº de páginas: 288 -
ISBN
- Capa mole: 9798259798014
- Data de publicação: set 28, 2026
- Idioma Portuguese
- Palavras-chavee sociedade ditatorial, emocional, ficção científica
Ver mais
Sobre o autor
Ana Godinho
Portugal
Com 72 anos de vida e mais de 30 de prática de medicina como médica de clínica geral no sistema público, a fragilidade humana é-me familiar e, agora que me aposentei, resolvi pegar em todos os projetos literários que abandonei por me ter dedicado de alma e coração aos meus doentes. Desde muito nova que a escrita me fascinava e tive vários poemas publicados em jornais regionais. Com 30 anos o meu primeiro livro foi publicado pela Editorial Caminho (Artiauri - um livro de Ficção Científica). Agora regressei e, na Blurb encontrei a plataforma perfeita para a publicação das minhas obras que já vão em 8: Uma de poesia, que é pessoal, só para a família e outras 7, que já estão publicadas. Não vou parar por aqui, de certeza. Espero que gostem!
